×

“Partidos erraram em questionar direitos políticos de Dilma Rousseff”, diz Janaína Paschoal

“Partidos erraram em questionar direitos políticos de Dilma Rousseff”, diz Janaína Paschoal

Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.
A advogada e ex-deputada estadual Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira (22), que se sentiu “desrespeitada” por não ter sido consultada sobre as iniciativas que questionaram os direitos políticos da ex-mandatária. A declaração foi feita à Gazeta do Povo, após o Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria contra a suspensão dos direitos políticos de Dilma Rousseff (PT).
“Erraram os partidos em questionar, como também erraram os movimentos que, à época, foram ao STF para anular o julgamento. Na condição de denunciante e advogada no processo, confesso que me senti desrespeitada, pois não fui sequer consultada antes dessas iniciativas”, diz.
Ao ler os votos dos ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber, Janaína menciona que embora “eles percorram outros caminhos, ao fim, estão reconhecendo a soberania do Senado e, nesse sentido, estão absolutamente corretos”. “O Supremo Tribunal Federal não poderia mesmo alterar o que foi definido pelo juiz natural da causa”, declara.
O julgamento sobre os direitos políticos de Dilma Rousseff iniciou no dia 15 de setembro e ocorre no plenário virtual do STF, onde os ministros apenas depositam seus votos. Eles analisam seis ações que pedem a suspensão dos direitos políticos da petista. Até o momento, o placar é de seis votos a zero.
Na semana passada, a presidente da Corte e relatora do caso, ministra Rosa Weber, votou contra as ações. A magistrada apontou que o impeachment é um processo político e o STF não deve interferir na decisão do Senado. Acompanharam o entendimento de Weber os ministros: Alexandre De Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Dias Toffoli e Cristiano Zanin. O julgamento vai até às 23h59 desta sexta-feira (22).
Faltam os votos dos ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, André Mendonça e Nunes Marques. Os mandados de segurança pedindo a suspensão dos direitos políticos da ex-presidente foram protocolados pelo PSL, PSDB, Rede Sustentabilidade, pelo senador Magno Malta (PL-ES), pelo ex-senador Álvaro Dias (Podemos-PR) e pelo deputado José Medeiros (PL-MT).
Máximo de 700 caracteres [0]
Apenas assinantes podem salvar para ler depois
Saiba mais em Minha Gazeta
Você salvou o conteúdo para ler depois
As notícias salvas ficam em Minha Gazeta na seção Conteúdos salvos. Leia quando quiser.
Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Carregando notificações
Aguarde…
Os recursos em Minha Gazeta são exclusivos para assinantes
Saiba mais sobre Minha Gazeta »

source
Fonte: G Bahia

Publicar comentário