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Guaidó desafia chavismo após Supremo suspender primárias da oposição: “Enfrentem quem escolhemos”

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O líder opositor Juan Guaidó e a Academia de Ciências Políticas e Sociais da Venezuela criticaram nesta segunda-feira (30) uma decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) do país que suspendeu todo o processo das primárias da oposição, nas quais a ex-deputada María Corina Machado foi escolhida para disputar a eleição presidencial de 2024, num provável embate com o ditador Nicolás Maduro.
A corte, aparelhada pelo chavismo, ordenou a suspensão de “todos os efeitos das diferentes fases do processo eleitoral conduzido pela Comissão Nacional de Primárias” (CNP), cuja votação foi realizada no último dia 22, após admitir um recurso apresentado pelo deputado José Brito, que havia pedido a revisão das “irregularidades”.
“Maduro e seu fantoche [o Supremo venezuelano] não têm palavra, por isso foi tão difícil chegar a acordos antes, mostrem alguma elegância e cumpram o que assinaram, sim, vocês assinaram”, afirmou Guaidó no X, em referência a um acordo assinado este mês em Barbados pela ditadura chavista e pela oposição para eleições livres em 2024, inclusive com observação internacional.
“Enfrentem quem nós, venezuelanos, escolhemos em eleições competitivas, deixem de lado por um segundo a sua arma preferida de perseguição: a judicialização da política”, disse Guaidó.
Em comunicado, a Academia de Ciências Políticas e Sociais da Venezuela também condenou a decisão do Supremo venezuelano e disse que as primárias da oposição não tiveram qualquer irregularidade.
“Judicializar e criminalizar os seus organizadores, através de ações do Ministério Público e do Tribunal Supremo de Justiça, representa um ataque à ordem constitucional e jurídica, à própria democracia e aos cidadãos que participaram civicamente no referido processo”, afirmou a academia.
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Fonte: Gazeta do Povo

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