×

Mais de 150 morrem em terremoto no Nepal

Mais de 150 morrem em terremoto no Nepal

Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.
Equipes de resgate no Nepal buscam sobreviventes de um terremoto de magnitude 6,4 na escala Richter, registrado às 23h47 desta sexta-feira (horário local, 18h02 no horário de Brasília), na região de Jajarkot, no oeste do país. Até a manhã deste sábado (4), já eram contabilizados mais de 150 mortos e centenas de feridos no maior abalo sísmico do Nepal em oito anos.
“O número de feridos pode chegar às centenas e as mortes também podem aumentar”, disse Harish Chandra Sharma, funcionário do distrito de Jajarkot, à agência de notícias Reuters. Isso porque as equipes de resgate chegaram à área montanhosa perto do epicentro, que tem difícil acesso rodoviário, apenas na manhã deste sábado.
O Nepal está entre os países mais propensos a desastres naturais e tem uma população muito vulnerável, além de não ter infraestrutura suficiente para lidar com enchentes ou terremotos.
De acordo com a Parceria Asiática para a Preparação (APP), uma aliança criada para coordenar a resposta de emergência entre os países asiáticos, Katmandu é a capital nacional com o maior risco de terremotos entre 21 megacidades do mundo.
Em 25 de abril de 2015, um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o Nepal, derrubando edifícios de vários andares em Katmandu e provocando deslizamentos de terra e avalanches nas montanhas. Cerca de 9 mil pessoas morreram e mais de 22 mil ficaram feridas. Cidades inteiras se tornaram escombros, com mais de um milhão de casas destruídas e um custo de 6 milhões de dólares para a economia.
Oito anos mais tarde, os trabalhos de reconstrução dos severos danos materiais ainda não foram concluídos.
Máximo de 700 caracteres [0]
Apenas assinantes podem salvar para ler depois
Saiba mais em Minha Gazeta
Você salvou o conteúdo para ler depois
As notícias salvas ficam em Minha Gazeta na seção Conteúdos salvos. Leia quando quiser.
Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Carregando notificações
Aguarde…
Os recursos em Minha Gazeta são exclusivos para assinantes
Saiba mais sobre Minha Gazeta »

source
Fonte: Gazeta do Povo

Publicar comentário