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Sindicatos fazem evento sobre guerra com jornalista que comemorou ataques do Hezbollah

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A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo vão realizar nesta terça-feira (14) um evento para discutir a guerra entre Israel e Hamas. Entre os convidados para debater o tema está o jornalista Breno Altman, fundador do site Opera Mundi, que virou alvo de críticas por comemorar a entrada do Hezbollah na guerra contra Israel e por comparar judeus a ratos logo após a deflagração do conflito.
“Excelente notícia, para a resistência palestina, a entrada do Hezbollah no combate ao Estado colonial de Israel, se confirmada e estabelecida como guerra total. Cresceriam as perdas sionistas e a pressão sobre o governo Netanyahu tenderia a ser mais forte”, disse Altman na rede social X no dia 9 de outubro.
Dias depois, o jornalista também afirmou que o Hamas, responsável pelo início do conflito, é “parte decisiva da resistência palestina” contra o governo israelense. “Podemos não gostar do Hamas, discordando de suas políticas e métodos. Mas essa organização é parte decisiva da resistência palestina contra o Estado colonial de Israel. Relembrando o ditado chinês, nesse momento não importa a cor dos gatos, desde que cacem ratos”, disse.
Em nota sobre o evento “Propaganda de Guerra e o Genocídio da Palestina”, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo afirmou que “mais de um mês após o início dos ataques, a mídia mundial continua difundindo propaganda de guerra pró Israel e legitimando bombardeios em hospitais, corte de suprimentos de água e energia elétrica, se tornando cumplice do genocídio praticado pelo governo de Israel”.
Nesta segunda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) endureceu as críticas e classificou a reação israelense como sendo “tão grave” quanto ao que foi provocado pelo grupo extremista Hamas. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) apoiou publicamente a candidatura de Lula nas últimas eleições. Também participarão do debate o presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Ualid Rabah, e o professor Salem Nasser.
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Fonte: G Bahia

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